Quem somos

A FASFI – Fundação de Ajuda Solidária Filhas de Jesus é uma organização civil, não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2003, na Espanha. No Brasil, apresenta-se como uma filial e conta com a participação de leigos voluntários e colaboradores, independentemente da crença religiosa. Essa fundação faz parceria com as irmãs Filhas de Jesus e busca globalizar a solidariedade.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

2º Bazar Solidário




“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me
consagrou com a unção, para anunciar a boa notícia aos
pobres. Enviou-me para proclamar a libertação aos presos,
e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os
oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor”.
(Lc 4, 16-30).

A FASFI, inspirada na missão das Filhas de Jesus  nos remete às possibilidades transformadoras do serviço solidário, encaminhando-nos para os mais nobres e sagrados valores. E com a generosa colaboração das voluntárias tudo vai se concretizando...



2º Bazar Solidário em prol da Associação Beneficente São Lucas, no município de Bragança Paulista, entidade filantrópica que atende gratuitamente crianças, jovens e adultos com necessidades especiais. Atendem em média de 206 pessoas com necessidades especiais oferecendo atendimento clínico e educacional especializado. Inserindo jovens e adultos no mercado de trabalho. 

Através deste trabalho, as voluntárias da FASFI (Fundação de Ajuda Solidárias Filhas de Jesus), poderão destinar os recursos obtidos na  compra de material para atividades em especial a deficientes visuais.

É a SOLIDARIEDADE o limite mais próximo entre Deus e os seres humanos. 

SOLIDARIEDADE é AMOR.

Somos juntos continuadores deste amor.
  




Obrigado a todos que colaboraram para a realização de mais este trabalho com tanta dedicação e carinho!


Núcleo Bragança Paulista

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

BRASIL DESIGUAL

  6 bilionários têm mesma riqueza que 100 milhões de brasileiros mais pobres



No Brasil, os seis maiores bilionários têm a mesma riqueza que os 100 milhões de brasileiros mais pobres. Caso o ritmo de inclusão no mercado de trabalho prossiga da forma como foi nos últimos 20 anos, as mulheres só terão os mesmos salários dos homens no ano de 2047, e apenas em 2086 haverá equiparação entre a renda média de negros e brancos.
De acordo com projeções do Banco Mundial, o país terá, até o fim de 2017, 3,6 milhões a mais de pobres. Essas são as constatações do relatório "A distância que nos une, um retrato das desigualdades brasileiras", divulgado nesta segunda-feira (25) pela Oxfam Brasil.
A organização, que trabalha no combate à pobreza e à desigualdade, resolveu publicar, pela primeira vez, um estudo em que investiga, com base em vários dados, as raízes e soluções para um país onde se distribui de forma desigual fatores como renda, riqueza e serviços essenciais.
De acordo com Katia Maia, diretora-executiva da entidade, o objetivo é divulgar um relatório anual sobre a desigualdade e mostrar os diferentes problemas do tema, como, por exemplo, o da tributação brasileira.
"Nós pagamos muitos impostos. Mas não é que a nossa tributação é excessiva, na verdade ela é injusta. A gente está abaixo da média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) [em termos de carga tributária]. Mas é uma tributação onde quem paga o pato é a classe média e as pessoas mais pobres", disse.

TRIBUTAÇÃO INDIRETA
O documento identifica falhas na forma como o imposto é arrecadado no Brasil, em contraste com outros países. Além da alta tributação indireta, há questionamentos à isenção de impostos sobre lucros e dividendos de empresas e à baixa tributação de patrimônio, que, com isso, acabam contribuindo para aumentar a concentração de renda dos mais ricos.
A coordenadora do relatório defende que é possível que as autoridades brasileiras combatam fatores que impedem a tributação proporcionalmente igualitária, mesmo antes de uma necessária reforma tributária. Um deles é a evasão tributária, em que somente em 2016, segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda (Sinprofaz), deixaram de ser arrecadados R$ 275 bilhões.
Como pontos positivos dos últimos anos, o relatório credita ao mercado de trabalho o "principal fator" da recente redução da desigualdade de renda no Brasil.
Com a estabilização da economia e da inflação nos últimos 20 anos, foi possível ao país investir na queda do desemprego, na valorização real do salário mínimo e no aumento do mercado formal. Há diferenças, porém, que ainda precisam ser enfrentadas, de acordo com o relatório. Ele também enumera dados sobre as já recorrentes diferenciações salariais entre mulheres/homens e negros/brancos que possuem a mesma escolaridade.
"A média brasileira de anos de estudo é de 7,8 anos, abaixo das médias latino-americanas, como as do Chile e Argentina (9,9 anos), Costa Rica (8,7 anos) e México (8,6 anos). É ainda mais distante da média de países desenvolvidos", indica o estudo, complementando que apenas 34,6% dos jovens de 18 a 24 anos estão matriculados em universidades, dos quais apenas 18% concluem o curso.

JUVENTUDE NEGRA E POBRE É A MAIS AFETADA
"Em geral, a juventude negra e pobre é a mais afetada pelas barreiras educacionais. Baixo número de anos de estudo, evasão escolar e dificuldade de acesso à universidade são problemas maiores para esses grupos, que, não por acaso, estão na base da pirâmide de renda brasileira", afirma.
Para Katia Maia, a construção da sociedade brasileira é baseada em uma divisão entre cidadãos de "primeira e de segunda categoria.
"Os números são muito fortes: 80% das pessoas negras ganham até dois salários mínimos, e estamos falando de 50% da população brasileira. A gente olha no nosso entorno e vê as bolhas de pessoas brancas, enquanto as negras são colocadas na periferia da cidade. É importante a gente debater e conversar sobre o racismo, mostrando que somos iguais. Esse déficit a gente tem de assumir, que somos país racista e enfrentar, buscar solucionar isso. É grave porque do jeito que estão colocados, os números falam por si, a gente quase não resolve isso nesse século", alerta.
Embora aponte uma "notável universalização do acesso à educação básica", o relatório pede cuidados para lidar com a evasão escolar, especialmente em séries mais adiantadas. No que diz respeito a outros serviços essenciais, apesar de elogiar uma "importante expansão" nos últimos anos, o documento coloca como desafio a ampliação do acesso de mulheres e negros ao sistema público de saúde.
O documento lembra –como exemplos de desigualdade– a situação de dois dos 96 distritos de São Paulo, a maior cidade brasileira: "Dados mais recentes dão conta de que, em Cidade Tiradentes, bairro de periferia de São Paulo, a idade média ao morrer é de 54 anos, 25 a menos do que no distrito de Pinheiros, onde ela é de 79 anos. Trata-se de um dado que resume como as desigualdades se manifestam de diversas formas, sempre a um preço muito alto para a base da pirâmide social no Brasil".
Com elogios à redução geral da desigualdade de renda e pobreza após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o relatório considera ainda a retirada, nos últimos 15 anos, de 28 milhões de pessoas da pobreza e a saída do Brasil do Mapa da Fome, em 2015.
A parcela da população abaixo da linha da pobreza caiu, entre 1988 e 2015, de 37% para 10%, conforme o estudo. Devido à crise econômica dos últimos anos, porém, os governos têm feito "mudanças radicais" que, segundo o levantamento, evidenciam uma "acelerada redução do papel do Estado" que "aponta para um novo ciclo de aumento de desigualdades", segundo a organização.


GARANTIA DE DIREITOS
A Emenda do Teto dos Gastos, que limita os gastos públicos por 20 anos, é considerada no documento como um "largo passo atrás na garantia de direitos".
De acordo com as constatações da Oxfam Brasil, há a necessidade de se revisar a reforma trabalhista aprovada recentemente pelo Congresso Nacional, "onde ela significou a perda de direitos". Outros entraves ao fim das "desigualdades extremas" do Brasil, segundo a pesquisa, são a melhoria dos mecanismos de prestação de contas, mais transparência, combate à corrupção e uma "efetiva regulação da atividade de lobby".
De acordo com Katia, a meta do relatório não é defender que todas as pessoas tenham a mesma coisa e sim mostrar os extremos que não devem ser aceitos pela sociedade. No dia em que se completam dois anos da assinatura dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelos 193 Estados Membros da ONU, com metas para os países até 2030, a coordenadora do relatório acredita, corroborando o documento, que as desigualdades "não são inevitáveis".
"Elas são fruto de decisões políticas, de interesses, e nos níveis que nós temos hoje no Brasil, são eticamente inaceitáveis. Estamos construindo uma sociedade onde uma parte da população vale mais que outra. Não pode ser assim, somos todos parte da mesma sociedade. Essa distância entre nós está tão grande que a única forma de reduzir é atuando juntos, nos unindo", finaliza. 

FONTE: DA AGÊNCIA BRASIL - 25/09/2017  

ESTAMOS IMERSOS NUMA.....CULTURA DESCARTÁVEL!!!




Chegamos a um nível tal do modelo atual de desenvolvimento, que o próprio sistema expulsa aqueles de quem não necessita ou não lhe são valiosos. Trata-se não de coisas, mas de seres humanos, homens e mulheres, que se tornaram descartáveis para o mesmo sistema, pois deixaram de ser fins em si mesmos e se tornaram meios que hoje podem servir e amanhã  já não servir.


A sociedade perdeu os verdadeiros objetivos e princípios para orientar seu desenvolvimento. Estamos diante de uma lógica relativista que é capaz de comprar órgãos dos pobres para vendê-los ou para usá-los em experiências. É a lógica do “usa e joga fora” que gera tantos lixos porque vivemos um consumismo fora de limites.    (LS 123).


“Hoje, ao fenômeno da exploração e da opressão, soma-se uma nova dimensão, um matiz gráfico e duro da injustiça social: os que não podem se integrar, os excluídos, são “sobrantes”. Este é um aspecto da cultura do descarte ... Isto acontece quando no centro de um sistema econômico está o “deus dinheiro” e não a pessoa humana. Sim, no centro de todo o sistema social ou econômico tem que estar a pessoa, imagem de Deus...
                

 (Extratos da mensagem do P.Francisco aos Movimentos Populares, outubro 2014}

* Que expressões a “cultura do descartável” tem em sua casa ou na comunidade?

*O que devemos e podemos fazer para vencer esta cultura?

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Fé e dedicação: CEPROMM na comemoração de Nossa Senhora Aparecida

Nós da FASFI CAMPINAS tivemos a honra de prestigiar a peça dirigida pelo professor Fabio, com a participação dos adolescentes da Comunidade Bom Pastor -Santa Eufrásia,  no bairro  Cidade Singer, em comemoração dos  300 anos da Aparição de Nossa Senhora da Aparecida.

A apresentação aconteceu no Cepromm,  dia 12 de outubro,  com a reinauguração do teatro.
Após a peça, os adolescentes nos falaram sobre o que os motivaram a aceitar o papel e como se sentiram:

Marcelo de 14 anos fez o papel do médico (Dr.Ricardo), aceitou o convite como um novo aprendizado, sua auto-avaliação sobre a participação foi muito positiva.

Fernanda de 13anos fez o papel da mãe com suspeita de câncer (Ana):  quando leu o roteiro gostou muito,  achou linda a história e isso a motivou a participar, porém nos ensaios teve que se dedicar muito para conseguir passar a mensagem com toda propriedade que a peça exigia.

Nós da Fasfi parabenizamos a todos que tiveram a iniciativa e a todos que se dedicaram com total carinho para garantir o sucesso da peça.


Nossa Senhora da Aparecida, intercedei por todos nós, principalmente por esses meninos e meninas cheios de sonhos, garra e esperança, assim como todos voluntários que promovem a paz, o aprendizado, os momentos de alegria e a oportunidade!




sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Campanha "pés descalços"

FASFI e PASTORAL  promovem campanha de arrecadação “Pés Descalços”

 Em agosto, mês de Santa Cândida, os voluntários da FASFI (Fundação de Ajuda Solidária Filhas de Jesus) e a Pastoral do Colégio Imaculada de Mogi Mirim promoveram a campanha “Pés Descalços”. Contando com a mobilização maciça de toda a comunidade para a doação de calçados em prol dos mais necessitados, a campanha teve seu encerramento com o bazar realizado nos dias 4 e 5 de outubro.

Foram arrecadados mais de mil pares de sapatos, entre adulto (feminino e masculino) e infantil (feminino e masculino). Os voluntários da FASFI organizaram tudo, por gênero e numeração e enviaram os donativos para a EMEB (Escola Municipal de Ensino Básico) “Professor Geraldo Alves Pinheiro”, no Jardim Linda Chaib.

“O bazar aconteceu nos dias 4 e 5 de Outubro na EMEB. Os voluntários da FASFI e alguns colaboradores da escola se responsabilizaram pelas vendas”, disse Giovana Avanzini, assistente social do Imaculada e voluntária da FASFI. Toda a renda revertida do bazar foi destinada a própria EMEB, para a comemoração do Dia das Crianças.

“Fazer parte da FASFI é poder dar continuidade a caminhada de Santa Cândida, mulher simples, destemida e que possuía um grande coração, sempre voltado para o outro, principalmente aos mais necessitados. Seguindo os ensinamentos de nossa mestre fundadora, doar aquilo que nos é mais importante, é um dos mais belos gestos de amor. Sou muito grata por fazer parte dessa rede de transformação”, afirmou Said Bichara, professora e voluntária da FASFI.

 “Ser voluntária da FASFI nos faz perceber que com pequenas ações podemos contribuir de forma significativa na vida de outras pessoas. Participar do bazar realizado a partir da campanha “Pés descalços” e ver a felicidade das famílias em poder comprar sapatos usados, mas em bom estado, me fez refletir que o pouco que ofertamos pode ser o muito na vida de outros irmãos”, testemunhou Giovana Rocha Murilo, professora e voluntária da FASFI.



terça-feira, 17 de outubro de 2017

Núcleo FASFI em Montes Claros - MG

Alegramo-nos com a criação de mais um núcleo FASFI! Agora no norte de Minas Gerais. Entre os meses de junho - agosto 2017, um grupo de pessoas participantes em serviços da obra social N. S. de Fátima, bairro Delfino Magalhães, e convocadas pela Ir. Paulina Belo de Castro, se reuniram animadas e dispostas a formarem ali um núcleo com o ideal de somar suas habilidades e tempo para fazer crescer a "globalização da solidariedade".

No encontro do mês de agosto já definiram sobre a sua coordenação, uma equipe formada por: Maria Dilma Fernandes, Nikon Barbosa do Rosário e Mônica Aparecida de Oliveira. Para colaborar no serviço de comunicação e redes sociais se ofereceram: Taciana Andrade Amaral e Fernanda Rocha de Oliveira.

Vão se organizando em Comissões de Trabalho, com a proposta de fazer um mapeamento da realidade da cidade, com suas áreas mais necessitadas e seus bairros periféricos.

Numa área bem próxima, vem se formando há alguns anos uma "ocupação": é a Vila Telma. Nesta Vila, o núcleo FASFI já começou a desenvolver um pequeno projeto de Economia Solidária: Confecção de objetos artesanais com material descartável.

Parabéns a todos que formam o núcleo de MOC! Bem-vindos a todos que vão chegando para contribuir nesta "obra de doação" de amor e MAIS VIDA!